Teriam ficado a favor de Toffoli: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Nunes Marques (além de Toffoli);
Contrários a Toffoli: Cármen Lúcia e Edson Fachin
Na abertura de sua fala, Zanin disse que pretendia votar a favor da permanência de Toffoli como relator.
“Sou há um ano e meio relator de um caso que envolve três ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e a Polícia Federal até hoje mandou para mim muito menos informação do que essas 200 páginas, com fotos de satélite, cruzamento de celulares…? Isso aqui tudo é nulo.” Cristiano Zanin
“Essas 200 páginas para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]. Em 2035, se Deus me der saúde, eu quero estar nesta cadeira. E esta cadeira tem bônus e ônus. Eu acho que não adianta pensar nesta cadeira só nos bônus. Eu acho, sr. presidente, que o sr. deveria ter resolvido isso dentro da institucionalidade da presidência”. Flávio Dino.
“Tem uma questão sobre o que é descrito como relação íntima do ministro Toffoli e Vorcaro”, ponderou.Isso não existe. Está aqui claro que não existe: relação íntima em 6 anos só com 6 minutos de conversa? Como disse o ministro Fux, a palavra do ministro Toffoli tem fé pública. Então, isso está descartado”, seguiu. Andre Mendonça.
Moraes disse ser “amigo” de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, mas que seu voto seria a favor de Toffoli.
O ministro falou em defesa da “institucionalidade”, que a PF fez um papel sujo e que, se houve uma investigação, era tudo nulo.
O decano do STF, ministro Gilmar Mendes foi o primeiro a falar depois da exposição inicial de Toffoli, dizendo: “Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Master aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar.” Gilmar Mendes.
FONTE PODER 360








