Toffoli barra apreensão de livros na Bienal do Rio

A imagem do beijo foi censurada não apenas pelo prefeito Crivella, como pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio de Mello Tavares.

Ontem, Tavares mandou recolher as obras da Bienal que tratassem de temática LGBT voltadas para o público jovem e infantil e que não estivessem com embalagem lacrada e advertência para o conteúdo. A decisão do presidente do TJ atendeu a recurso da Prefeitura e derrubou a liminar obtida na véspera pela organização da Bienal para impedir as autoridades municipais de buscar e apreender obras em função de seu conteúdo, “notadamente” aquelas que tratam de conteúdo LGBT.

Neste domingo o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, voltou a barrar a apreensão de livros de temática LGBT, promovida pela gestão Marcelo Crivella (PRB), na Bienal do Rio. A decisão de Toffoli suspende despacho do presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Cláudio de Mello Tavares, neste sábado, 7, que havia voltado a autorizar a ação de fiscais da prefeitura no evento.

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