Equipe econômica de Guedes terá nove nomes do governo Temer

A explicação dada pela equipe de transição é de que maioria em cargos adjuntos, os quadros atuais serão mantidos no futuro governo por causa do conhecimento da máquina pública.

Isso por si não justifica. Por esse argumento, ninguém seria substituído em novos governos, já que o anterior possui funcionários com conhecimento da “máquina”.

Na verdade, Temer que é odiado pelo povo com 95% de rejeição, fez um excelente governo e seus funcionários são competentes. No governo Temer, o Brasil saiu do fundo do poço colocado por Dilma Rousseff (PT).

A Secretaria da Receita, que vai ser ocupada por Marcos Cintra. Até o fim de novembro, ele era presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia do governo Temer.
O atual número dois do Ministério do Planejamento, o secretário executivo Gleisson Cardoso Rubim, também será aproveitado na equipe de Paulo Guedes.

O atual secretário de Política Econômica e de Promoção da Produtividade, Advocacia da Concorrência do Ministério da Fazenda, João Manoel Pinho de Mello, foi indicado para ocupar a Diretoria de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central

 o futuro secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, estava cedido pelo Senado desde 2016, para um cargo de assessor especial no Ministério da Fazenda. 

O levantamento não leva em conta a situação de Ilan Goldfajn, que continuará à frente do BC até a aprovação, pelo Senado, do nome de Roberto Campos Neto, prevista para ocorrer em março.

Além dos citados existem outros, totalizando nove que fazem parte da equipe de Temer e estão sendo anunciados como ocupantes de cargos na gestão de Bolsonaro.

 

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