Juíza que condenou Alexandre Frota entra com ação contra o deputado

A juíza Adriana Freisleben de Zanetti, da 2.ª Vara de Osasco,
 apresentou ao Ministério Público Federal uma representação contra ofensas do deputado federal eleito Alexandre Frota (PSL-SP).

“Tomei conhecimento de diversas ofensas a minha honra em razão da postagem feita no Facebook pelo sr. Alexandre Frota de Andrade nos dias 18 e 19 de dezembro de 2018. Nesse contexto, o fato é muito grave”, relatou a magistrada à Procuradoria da República.
“Sinto-me muito ofendida com as declarações irrogadas a minha pessoa”, afirmou.

Na representação, a juíza narrou que ‘centenas de comentários’ foram feitos após a postagens. Adriana Freisleben de Zanetti citou algumas ofensas e afirmou que, um deles ‘leva a crer que se trata de eventual ameaça de estupro’.
Frota pegou 2 anos e 26 dias de detenção, no regime inicial aberto, mais pagamento de 620 dias-multa – no valor de meio salário mínimo cada -, por difamação e injúria a Jean Wyllys. Segundo a ação, Frota atribuiu a Wyllys a frase. “A pedofilia é uma prática normal em diversas espécies de animal (sic), anormal é o seu preconceito.”
A pena privativa de liberdade imposta a Frota foi substituída por duas restritivas de direito. Ele terá de trabalhar cinco horas diárias, ‘no auxílio à destruição/picotagem de papéis que não mais se fazem úteis aos autos’ e ainda terá de ‘permanecer, aos sábados e domingos, por cinco horas diárias em casa de albergado ou outro estabelecimento similar’.

Fonte: Estadão

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A defesa alegou também que Jean Wyllys estava utilizando a ação como ‘palanque eleitoral’, não tendo o acusado cometido qualquer delA

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