O estadista da Sra Dilma

28/05/2010 

Dilma declarou:

“Não é possível de forma atabalhoada a gente sair dizendo que um governo é isso ou aquilo. Não se faz isso em relações internacionais, não é papel de um estadista, de quem quer ser um estadista”,

“Não acho que esse tipo de padrão, em que você sai acusando outro governo, seja uma coisa construtiva. Acho que a gente tem de ter cautela, prudência, tem de saber que são relações delicadas, que envolvem soberanias.”

O Estadista da Sra Dilma

Jorge Roriz

As drogas estão destruindo a sociedade brasileira para ajudar a economia boliviana.  Dilma Rousseff não entende que a omissão e o  silêncio para este problema é  um crime contra o Brasil. Ser estadista não é ficar omisso e não defender o povo brasileiro para evitar um incidente diplomático. Se a Bolívia vende 90% da droga que produz para o Brasil  é porque existem cumplicidades tanto do governo boliviano  que não  impede a fabricação quanto do governo brasileiro que não fiscaliza de forma eficiente as nossas fronteiras. Estadista,  não faz doação de dinheiro para os outros países enquanto o seu  povo morre de fome, de bala perdida, por falta de hospitais públicos bem equipados, estradas esburacadas e falta  de verbas para pagar um aumento digno e  justo aos aposentados. Enquanto isso,  sobra dinheiro  para a corrupção, doações e  perdão de dívidas de países  amigos. Estadista não é aquele que faz a palhaçada de defender o uso de enriquecimento de urânio para um ditador,( presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad), que manda enterrar mulheres vivas,  mata cidadãos à  pedradas em praça pública, enforca  pessoas apenas por serem homoxessuais, ameaça varrer  Israel do  mapa e nega a existência do holocausto  que tirou a vida de mais de seis milhões de judeus. Estadista não é aquele que recebe pedidos de apoio de presos políticos e nada diz ou faz, além de rir com os tiranos  (Rui Castro e Fidel). Destaco que os referidos  presos não cometerem nenhum crime a não ser o de pensar ideologicamente diferente do governo (presos de consciência).  Estadista não é aquele que vive defendendo e se aliando à pessoas suspeitas de graves  falcatruas (Sarney, Renan, Collor, e muitos outros). Não é  aquele que passa por cima da justiça de uma nação soberana (Itália) e protege um estuprador e homicida de quatro pessoas (Cesare Battisti). Estadista não  deve ser reincidente no recebimento de  multas por desrespeitar  as leis eleitorais do próprio país. Não coloca folhas de coca no pescoço para agradar o presidente  Evo Morales, do país que fabrica cocaína, folhas que produzem desgraças criam marginais, doentes, inúteis e loucos, destruindo a juventude a família da própria nação. Concluindo, Serra, embora ainda não seja presidente,  agiu como estadista, chamando a atenção da opinião pública  e da  omissão do governo,  para  o grave problema das drogas. Não adianta criar planos para a construção de locais de recuperação de  drogados se não combatermos o fabricante e distribuidor do produto que causa esta desgraça,  permitindo  que a droga continue entrando no nosso país para criar mais doentes e dependentes, em uma proporção infinitamente superior aos que conseguem um tratamento, que na maioria não resulta em cura.  Agindo desta forma, o governo atual por mais que invista em centros de recuperações de drogados, o número de viciados, sempre vai aumentar. É como tapar o sol com uma peneira ou desejar encher um tanque  furado com água. Sra Dilma: seu conceito de estadista  está  totalmente equivocado.

Jorge Roriz

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